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domingo, 4 de maio de 2014

4 de maio

Daqui a pouco isso vai acabar ficando repetido....

Que a Força esteja com vocês. Ou May the Force be with you. Ou melhor ainda, May the Fourth be with you.

Dia 25 de maio de 1977 fomos presenteados com um dos melhores filmes.
dia 21 de maio de 1980 veio outro filme melhor ainda.
Dia 25 de maio de 1983 veio outro para terminar a história.

Mas ela não terminou. Ela começou. (?)

Dia 19 de maio de 1999 veio o primeiro filme (como?)
Dia 16 de maio de 2002 o segundo filme (dafuq?)
Dia 15 de maio de 2005 os fatos se ligaram completamente. (explicaisso)

Pois bem. George Lucas (que nasceu dia 14 de maio, eu adorei isso hahahaha) fez um filme que se passava numa galáxia muito, muito distante. Intitulado Star Wars: A New Hope trouxe uma história muito interessante, efeitos especiais revolucionando essa área...
Depois vemos incríveis revelações em Star Wars: The Empire Strikes Back. Por fim, veio o 3º filme da franquia, Star Wars: Return of the Jedi. Nesse vemos Anakin do lado de Luz da Força. Todo mundo termina bem.

Em 1999, veio então, o primeiro filme da franquia. Ai, os filmes que foram lançados antes ganharam o título como Episódio IV, V e VI. portanto, o primeiro filme que contaria a história veio em 1999, Episode I: The Phantom Menace. O segundo, Episode II: Attack of the Clones. E o último, para terminar a história, aquele que vai te explicar o que faltou nos anteriores, Episode III: Revenge of th Sith.
Nele você vê Anakin indo para o lado negro da Força, Luke sendo separada de sua irmã, porque Obi Wan estava perto de Luke, porque o mestre Yoda estava no sistema de Dagobah...

Mas o que é a Força? a Força é um campo de energia criado por todas coisas vivas: ela nos cerca, nos penetra; ela mantém a galáxia coesa. A Força é vida, e vida é Força.





Aproveite o Dia de Star Wars. 





terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Sally's Song

É... exatamente um ano atrás eu fiz uma crítica sobre o The Nightmare Before Christmas. Acho que qualquer pessoa que acompanhe meu blog deve ter notado que eu sou "só um pouquinho" apaixonada por contos (a idéia inicial do blog era só contos e crônicas, mas acabei não conseguindo resistir) e filmes do Tim Burton. Nesse lindo dia, revivo mais um pouco a magia de Burton na minha memória, mas agora, uma música que amo muito.





Sally's Song

I sense there's something in the wind
That feels like tragedy's at hand
And though I'd like to stand by him
Can't shake this feeling that I have
The worst is just around the bend

And does he notice my feelings for him?
And will he see how much he means to me?
I think it's not to be

What will become of my dear friend?
Where will his actions leaves us then?
Although I'd like to join the crowd
In their enthusiastic cloud
Try as I may, it doesn't last

And will we ever end up together?
Oh, oh

And will we ever end up together?
No I think not, it's never to become
For I am not the one





Uma versão da Amy Lee <3 

quarta-feira, 12 de junho de 2013

12 de Junho




Eu nem concordo muito que essa data seja comemorada nesse dia, podia ser junto com o resto do mundo. Mas já que é assim...

Não deu para colocar tudo, minha memória falhou









Percy e Annabeth






Roy e Riza






















sábado, 4 de maio de 2013

May the Fourth be with you











A long time ago in a galaxy fa, far away...
No dia 25 de maio de 1977 o mundo conhece uma das maiores obras-primas da sétima arte. Star Wars - A New Hope. Um filme que se passa em uma época muito distante da nossa. Um filme que mistura aventura, maldade e velocidade da luz. Um filme que se estendeu, e foi lançado em 6 filmes.





Porém, George Lucas os lançou em uma ordem diferente da cronologia da história. Hoje podemos dizer que a trilogia original aconteceu depois da trilogia mais nova. Melhor não poderia ter sido. Afinal, tantas surpresas que só foram surpresas por que os milhares de fãs não sabia da história por trás dos personagens. Tantas teorias fizeram ou não sentido com o lançamento da trilogia nova.



Ah sim, uma das coisas mais importantes que aparece nos filmes é a Força.




Um campo de energia criado por todas as coisas vivas: ela nos cerca, nos penetra; ela mantém a galáxia coesa. A Força é vida, e vida é Força.
Portanto, muitas vezes os Jedis, cavaleiros que podiam utilizar e manipular a Força para a proteção e para o bem diziam uns aos outros uma das frases mais famosas do filme:









Que a Força esteja com você. Daí a escolha para a comemoração do Dia Star Wars. Muitos comemoram em 25 de maio, já que foi quando o filme foi lançado, mas a maioria comemora no dia 4 de maio, pois pode-se fazer um trocadilho com a frase "may the force be with you", transformando-na em ":May the Fourth be with you".





Não só Jedis aparecem no universo Star Wars, mas Siths (Jedis que utilizam a Força para o mal, considerados do Lado Negro da Força), alguns andróides (como o C3P-O, R2D2), grandes Mestres Jedis (Mestre Yoda) e alguns seres estranhos (Jabba), um Império Galáctico, a República, a Aliança Rebelde...




Eu precisaria de um post extremamente longo para explica somente um dos filmes. Mas hoje será só a comemoração do dia Star Wars.




                                                   Portanto, May the Force Be With You!





terça-feira, 25 de dezembro de 2012

The Nightmare Before Christmas


A história belíssima narra Jack Skellington, o Rei das Abóboras, que mora em Halloween Town. Porém, ele está cansado do Halloween, que está se tornando algo repetitivo. Ele então conhece Christmas Town, e fica maravilhado com tudo que é novo aos seus olhos.
Ele então tem a brilhante ideia de dar férias ao Santa Claus (ou Sandy Claws) e tomar seu lugar. Jack está bem animado, mas Sally, uma boneca criada por Doctor Finklestein (sim, uma alusão ao doutor Frankenstein) pressente que alguma coisa não dará certo.



Não posso deixar de mencionar o lindo cachorro de Jack, Zero, que parece um lençol flutuante com um nariz vermelho (Rudolph!). Belas expressões. E todos os outros personagens maravilhosos do mundo do Halloween. Bruxas, vampiros, lobisomens, caveiras, múmias...
A arte é maravilhosa e apesar do filme ter quase 20 anos, não peca em nada na animação. Jack, como de praxe, é alto, magro, e provavelmente deve ter sido complicado de animar, já que a cabeça deve pesar mais do que o corpo inteiro.

Tomando como base três especiais de natal,  Rudolph the Red-Nosed Reindeer, How the Grinch Stole Christmas! e do poema A Visit from St. Nicholas, Tim Burton escreveu The Nightmare Before Christmas. Isso no ano de 1980. Anos depois, a aclamada Disney cogitou a possibilidade de transformar em uma animação de curta duração para o natal. O projeto cresceu e virou uma belíssima animação de stop-motion, lançada em outubro de 1993.
Porém, ao contrário do que muitos pensam, o trabalho não é do Tim Burton. Pelo menos não completamente. A produção e o texto original são dele. Porém, como ele estava envolvido com o filme Batman Returns (1992), não poderia dirigir o The Nightmare Before Christmas. Então, com a colaboração do Michael McDowell (presente em Beetlejuice-1988), o poema de Burton foi adaptado para roteiro. As canções do filme (preferências de Burton) foram feitas pelo seu colaborador Danny Elfman. A direção coube a Henry Selick, também animador da Disney. Em suma, foi um dos trabalhos de Burton que teve menos envolvimento do próprio Burton. Com a direção de Batman Returns e a pré-produção de Ed Wood (1994), Burton teve muito pouco dedicado ao Jack e seu mundo.
MAS, isso não retira em nada os créditos do filme. O traço de Burton é perfeitamente visível. Perfeito. Tétrico. Terror. Puro. Lindo. Apaixonante.














Gostou do Jack? E do Frankenweenie, gostou também?

sábado, 3 de novembro de 2012

Frankenweenie


Finalmente, após mais de 2 anos de espera, minha angústia chegou ao fim.
Um garoto jovem, um cão de estimação, amante das ciências sem amigos. Muitas pessoas não dariam nada por uma animação assim. Porém, enquanto muitos veem um fracasso, uma história vazia, Tim Burton mostra mais uma vez no que se pode fazer com esses elementos juntos. Amante do sombrio, do suspense e uma queda pelo teor gótico e mórbido, Tim Burton mais uma vez me surpreende com essa bela animação.
Victor [que me lembra muitíssimo o homônimo de A noiva cadáver] Frankenstein é um garoto sem amigos, que adora a matéria ciências e tem um único amigo seu cão de estimação. Esse cão interage com uma bela poodle do vizinho, chamada Perséfone [nome muito apropriado] Porém, seu pai só permitirá que ele participe da feira de ciências da escola caso o menino comece algo para interagir com as crianças, como por exemplo, beisebol. Eis então que a fatalidade ocorre. O cão, Sparky, corre atrás de uma bola de beisebol e é atropelado por um carro. Victor não consegue se consolar, e durante uma aula de ciências, ele tem uma ideia que ilumina sua mente.
Ele consegue trazer seu cãozinho de volta a vida. Porém, um colega de sala muito mala o chantageia, e a história vai tomando o rumo.




Apaixonante e belo. Sombrio e cativante. Tim Burton resgata alguns personagens de Frankenstein, do romance de Mary Shelley e o básico da história. A animação está em preto e branco, detalhe que para mim, fez toda a diferença na animação. Podemos mergulhar no universo que ele quer nos mostrar, sombrio, triste, tétrico. A aparência dos personagens ajuda muito na empatia de quem assiste. Edgar é um garoto corcunda que só de olhar você já percebe que ele não é coisa boa na história. Uma garota tem a aparência de quem acaba de levantar do túmulo, o que te passa um certo medo. Eu me simpatizei pela Elsa Van Helsing, talvez pelo fato de ela estar séria durante a trama e ter uma cachorra chamada Perséfone.

Uma coisa que me chamou muito a atenção foi que esse é um filme sem Johnny Depp E Helena Bohan Carter. Isso me animou, não porque eles sejam ruins. Muito pelo contrário, tenho grande admiração pelos trabalhos deles e cultivo uma certa paixão por cada personagem que eu conheço. Mas me animou porque Burton, Depp e Helena provam que não precisam sempre de fazerem algo juntos. Afinal, muitos filmes de Burton sempre incluem Depp e Helena. O filme ficou perfeito, e não senti falta nenhuma de nenhum do s dois.

Vale lembrar um detalhe muito importante. Frankenweenie (2012) não é a primeira animação de Burton. Não estou falando de  The Nightmare Before Christmas (1993) ou de Corpse Bride (2005). Estou falando de um curta produzido pelo próprio Burton, no ano de 1984, de mesmo nome. Burton tinha apenas 26 anos quando fez o curta. Esse curta, infelizmente, custou-lhe o emprego da Disney, que achou o desenho muito assustador. Não é que ela se arrepende e lança o The Nightmare Before Christmas e agora o Frankenweenie?